29.2.08

Ela é carioca, ela é carioca.

"Eu usava o tapete quando era criança, já fui para cada lugar que vc nem imagina. Quando cresci (?), ele desapareceu por um tempo, me abandonou mesmo, ou ficou escondido em algum lugar que meus olhos não conseguiam ver. De uns tempos para cá, consegui ver novamente e até toquei. Mas falta a coragem infantil de subir e seguir...mas com tão boa companhia, como vc, vai ficar fácil...fácil/E se temos asas? A gente pode ter o que quiser...basta querer. Beijos"

26.2.08

"de vez em quando o mundo é pouco, quase nada para o que vem a seguir"

(é da Nação, a Zumbi.)

20.2.08

Uma olhadinha pelo retrovisor.













Dezembro de 2007.



Buenos Aires - Argentina

19.2.08

Inspiração em scraps.

-Helou! Faz tempo que não trocamos impressões dessa vida irônica, né? Tudo nos conformes? Por aqui sem maiores novidades. Quer dizer... ah, sei lá! Tamos tentando articular uns planos de fuga bem fugazes. No mais, tocando o barco entre tormentas e calmarias. Beijos

-Pensei isso no domingo de madruga: "vou escrever pro meu amigo da terra que nasci". Mas aí sumiu a inspiração...busquei nas fotos da viagem e nada. Bom, pelo menos eu ando menos nostálgica. E tu?A calmaria tá dentro de mim mesmo, consegui isso. às vezes é ruim porque logo ela perde espaço para a melancolia que aqui vive também. E o jeito é mesmo fugir! Run baby run! Eu quero fuga fugazes! Beijos

-Coincidência, por esses dias eu finalmente consegui passar a olhar mais para a frente do que no retrovisor. Mas as incursões no passado acabam sendo inevitáveis. E o problema das fugas é que às vezes a gente não sabe do que está fugindo e onde quer chegar exatamente.Bem, acho que já foi melancolia demais para um início de semana, né? Vamos em frente, pois como dizia uma música que tava ouvindo agora há pouco: "nessa insustentável leveza de ser, eu gosto mesmo é de vida real". Beijos

-Eu gosto mesmo é de ser. Somente. Leve ou pesado, o melhor é nunca ter certeza mesmo. O retrovisor ajuda também a olhar melhor o que está na frente. Se bem que às vezes a gente acaba se fixando nele e não consegue ir além. Mas vamos nessa, que o cotidiano nos chama. E os planos pras fugas podem ficar para depois. Beijos.

Disfarce.

Ela não consegue disfarçar para si o incomôdo ao ler aquelas palavras que podem ou poderiam [qual o tempo certo desse verbo?] ser para ela. Talvez o verbo esteja errado. Talvez o melhor verbo seja: dever. Conjulgue você.

Guerra de almofadas.

O quem importa se não gostam das mesmas coisas e ele nunca ouviu falar do filme favorito? Afinal são só coisas. E uma guerra de almofadas no meio da noite é feito por pessoas e não por seus gostos.

Trazidos.

A Lua trouxe novos planos para o futuro. O vento trouxe uma pessoa do passado.

Apenas.

... e o movimento se faz presente mostrando a vida do cotidiano [meu] que deletou a rotina [minha].

... a tranquilidade segue equilibrando as emoções. As emoções por sua vez matêm a sanidade. Mas a sanidade dá lugar a melancolia com freqüência. E o sentido disso tudo é desnecessário. Futil. Palavras apenas.

7.2.08

"Imagine if distance disappear
So you could de here
(..) I've got to get to Denmark
So many secrets I wanted to tell
So many thing we could try
However at first I was even well
'Cause I thought you'd be back by December
So, knights of my heart
Take my Dani back from Denmark"

5.2.08

Adeus você (Marcelo Camelo).

"É bom às vezes se perder sem ter porque, sem ter razão. É um dom envaidecer, por si, saber mudar de tom. Quero não saber de cor, também. Para que minha vida siga adiante."

Tristeza.

Minha tristeza não é exata. Não se sustenta em fatos. Chego a conclusão que sou eu quem a sustenta. Somente.

Me vesti de um manto de nada e agora não tenho forças para tirá-lo de mim. Cabe a mim..

Diálogo (in)consciente.

- Seu problema é que você é linda demais.
- Eu não sei qual é o seu problema. Talvez seu problema seja que você está longe de mim. É isso. Definitivamente.
- Eu posso resolver meu problema então.
- É. Você pode. Mas pensando bem o verbo não é esse. Você quer resolver o problema? É aí que mora a diferença. Seu não-querer torna o seu problema meu. Só meu. Fique onde está.